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Benedita Lilian Dos Santos

Amo de paixão todos os grandes amigos de uma das melhores épocas de minha vida. Na Guarda-Mirim aprendi o que dê melhor um ser humano precisa na vida: ética, moral, disciplina, amor ao próximo e acima de tudo a batalhar pelos nosso ideais. Sinto saudades de todos e gostaria de um dia poder rever a todos. Salve nossos grandes instrutores!

Lucas Hoff

Agradeço a Deus todos os dias por ter me dado a chance de ter sido um Guarda Mirim, pois atraves dessa entidade foi que adquiri experiencia profissional, e se hoje estou empregado é graças a tudo que aprendi durante o tempo em que fui Guarda Mirim. Que maravilha seria se todos os adolescentes carentes de Piracicaba pudessem ter a chance que eu tive. Obrigado Guarda Mirim!!!

Marcelo Mathias Lima

Olá! Não dá pra explicar a importância da GM pra minha vida. Aprendi muita coisa, que faz parte de mim: trabalhar, fazer amigos, administrar, vencer, estudar, entender, perder e, de certa forma, viver. Trabalhei muito tempo na sede da GM, onde era o \"cara da informatica\", foi sempre um grande prazer, comecei a aprender minha profissão - Análise de Sistemas - e tive a oportunidade de ser encaminhado num trabalho onde pude começar a exercê-la.

José Ferreira do Nascimento

É com muito prazer que deixo esta menságem à todos amigos ex-guardas mirins, que fazem parte desta diretoria, que lutam para o crescimento e uma permanência sólida da nossa querida Guarda, parabéns pelo brilhante trabalho, e estou a disposição para ajudar no que for possível.

Lúcio Alberto de Sousa

LÚCIO ALBERTO DE SOUSA, pai de 02 filhos, trabalha como Técnico de Processos III na Votorantim Celulose e Papel há 12 anos. Formado em Processamento de Dados na FATEC - Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo. Filho de Osvaldo e Helena, que era mãe solteira, Lúcio nasceu num dos bairros mais violentos e pobres de São Paulo - a Capela do Socorro, onde moravam em uma favela (da época em que os barracos eram de madeira), Carlos Alberto Soares, 5 anos e Lúcio Alberto de Sousa aos 4 anos de idade mudaram-se para Piracicaba, junto com a mãe, que era solteira, analfabeta e empregada doméstica diarista. Apesar de não ser casada, Helena seguiu o pai dos seus filhos que foi transferido do seu trabalho na capital para o interior (Piracicaba), visando continuar a receber dele a pequena ajuda financeira da qual somava-se ao seu trabalho de empregada doméstica diarista. Em Piracicaba, alugou um cômodo de cortiço, num dos bairros mais pobres de Piracicaba, a Paulicéia, conhecida como \"Matão\" na época. Um ano depois nasce o 3o e último irmão Marcos de mesmo pai, já que seu pai possuía outra família, onde havia outros filhos. Apesar de conviver com pessoas de baixa renda, Helena, era enérgica e disferia surras quando Carlos e Lúcio viviam em má companhia da rua, forçando-os a controlarem quanto ao comportamento, mesmo convivendo com gente pobre e de tudo quanto é espécie, forçando-os a cuidar dos estudos e da alimentação diária, além da limpeza doméstica, pois a mãe passava o dia todo trabalhando das 07:00 até as 19:00 horas, inclusive aos sábados por meio período, enquanto que o irmão mais novo passava o dia na creche. Carlos, com então 8 anos estudava pela manhã, fazia o almoço, enquanto que Lúcio, com 7 anos estudava a tarde e limpava o pequeno cômodo pela manhã. Esta rotina seguiu-se por 7 anos. Após muitas brigas com Helena, inclusive com lesões corporais, Helena expulsa Osvaldo da sua vida. Em 1984, seu pai, que era metalúrgico, foi demitido por motivo de alcoolismo e com sua família oficial voltou para o Nordeste, lugar de onde havia vindo no passado para trabalhar \"no sul\" como eles diziam no Nordeste. Sua mãe passou a tomar conta sozinha de 3 filhos, com um salário de empregada doméstica. Por este motivo, ela começou a procurar por algum meio de conseguir trabalho para o Carlos. Foi aí que ela encontrou a Guarda Mirim, onde inscreveu Carlos. Isso durou um ano, até que em Fevereiro de 1986, após Ter ido para um dos bailes, Helena se acidentou na garupa de uma moto, Helena não sobreviveu ao acidente, enquanto as 3 crianças dormiam sozinhas. Às 6 horas da manhã um vizinho bate a porta dos 3 irmãos, que já haviam acordado estranhando a ausência da mãe, para dar-lhes a notícia. Os três irmãos ficaram perdidos com a notícia, num misto de choro com dúvida se realmente tudo aquilo estava acontecendo. Mas era verdade e os 3 irmãos ficaram 4 meses morando sozinhos na casa, sendo ajudados pela vizinhança e por doações da ex-patroa. Por sorte, Helena acabara de inscrever Carlos o irmão mais velho, na Guarda Mirim, que veio a saber da situação da 3 crianças e os levou para o orfanato Lar Franciscano de Menores. Através da Guarda mirim, Lúcio e Carlos começaram a trabalhar em empresas que lhe trouxeram desenvolvimento pessoal e profissional . Apesar disso Carlos, que estava na 5ª série, parou seus estudos por 4 anos o que veio lhe custar caro quando completou 18 anos e não tinha qualificação técnica para ser contratado pela Catterpillar. Lúcio perdeu um ano de escola, onde parou os estudos, devido chorar constantemente na classe de aula e por sentir-se envergonhado perante os colegas de classe. No ano seguinte, reiniciou os estudos em outra escola, o Barão do Rio Branco, na região central da cidade. Através da Guarda-mirim, as 3 crianças foram encaminhadas ao lar Franciscano, que os matricularam em escolas. Marcos foi matriculado no pré-primário. Lúcio continuou os estudos em uma nova escola, juntamente com Carlos, que não prosseguiu os estudos. As 3 crianças ficaram no Lar Franciscano até os 18 anos cada uma. Os 3 irmãos não aceitavam se separar, e sempre diziam que de tudo o que perderam com a morte da mãe, ainda tinham a companhia um do outro. Algumas vezes casais apareceram interessados em adotá-los, mas a insistência dos 3 irmãos em sempre permanecerem juntos, inviabilizavam as adoções, já que poucas famílias poderiam adotar 3 crianças juntas. Apesar dessa união, cada um dos três irmãos seguiu trilhas diferentes na vida. Lúcio e Carlos iniciaram imediatamente o trabalho na Guarda Mirim, atuando em grandes empresas (Catterpillar e Dedini Siderúrgica). Carlos não continuou os estudos, vindo a fazê-lo somente 4 anos mais tarde, o que custou sua contratação na Catterpillar. Lúcio continuou os estudos regularmente. Já Marcos foi matriculado no pré-primário e só começou a trabalhar aos 16 anos. Lúcio iniciou estudos de Datilografia e Inglês. Após terminar a 8ª série, enquanto ia tirar um xerox por solicitação de uma \"tia\" do orfanato, encontrou uma ex-professora na escadaria do colégio Anglo (que fica próximo ao Lar Franciscano) que lhe ofereceu ajuda para receber uma bolsa do curso técnico em química. Com a ajuda do serviço social do Lar Franciscano, a diretoria concedeu a bolsa. Através deste curso técnico, Lúcio, que então estava trabalhando como Guarda Mirim na empresa papel Simão, conseguiu ser contratado para trabalhar como Auxiliar de Laboratório. Com os conhecimentos adquiridos no curso técnico em química e também pelo curso de inglês, em 1999, Lúcio prestou vestibular público estadual na FATEC e foi aprovado no curso superior de informática. Neste mesmo ano, Carlos morre, vítima de complicações renais proveniente da Diabete, que já havia se tornado crônica. Lúcio, juntamente com Marcos, realizaram o sepultamento do irmão. Hoje Lúcio vive com o irmão Marcos. Lembro-me com orgulho desta entidade, da qual nunca mais esquecerei. Pessoas como as cozinheiras da Guarda -Mirim que sempre me chamavam pelo nome. A costureira que era simpática e sempre me tratava bem, mesmo tendo poucos uniformes novas quando eu solicitava um novo devido a meu estar rasgado. O comandante Moraes que apesar de \"grandão\" e de botar medo, tinha um bom coração. E do modesto grupo escoteiro que tinha como sede o porão da guarda mirim. A guarda mirim me transformou de um menor carente em um cidadão. LÚCIO ALBERTO DE SOUSA - Acima de tudo cidadão de bem

Diogo Jesuel da Silva Maestro

Boa tarde! Foi muito bom fazer parte desta entidade, pois nela eu aprendi à respeitar as regras arcandando assim com as responsábilidade. Pois se eu pudesse voltar o tempo que me deixou tantas lembranças boas, voltaria. A GUARDA MIRIM está de PARABÉNS.

Lucas Tiago Dos Santos

Alooooooooo galeraaaa.......Bons tempos hein???? to com saudade de todos vcs...caso alguns de vcs ainda se lembrem de mim me mande uns emails.....bração e chute na canela de todos....principalmente a do Marauuuuuuuuuuuu e da amarela.................chauuuuuu!!!!!

Silvana de Cássia Rodrigues Eleutério

Ao Sr. presidente Sérgio e a todos os membros da Associação Guarda Mirim...Agradeço pelo trabalho, amor e dedicação que recebeu minha filha Thamiris Fernanda Bessi, hoje já ingressada no mercado de trabalho. Sei que o desempenho é dela, mas os parabéns são para todos vocês que depositaram nela e em todos os jovens \"guardinhas\" sua confiança. Obrigado por fazerem parte da nossa familia: a familia de todos os adolescentes que a Garda Mirim recebe. Que DEUS abençõe a todos vocês, recebam meus cumprimetos e de toda minha familia. Atenciosamente Silvana...

Edvan Sabino

Tenho orgulho de ter sido um guarda mirim, pois foi uma epoca em que eu aprendi muito na minha vida, pois até hoje eu ainda tenho prazer de falar desta epoca.

Antonia Lopes Ribeiro

Ola pessoal ,quero dizer que foi muito bom quando estive com vocês, pra falar a verdade os melhores momentos da minha vida foram na época que entrei na Guarda Mirim. O treinamento, as Divisões foi tudo muito bom jamais me esquecerei da guarda e tabem quero agradacer pela oportunidade. OBRIGADO GUARDA MIRIM POR TUDO.

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