Família de João Romeu Pitolli visita o Instituto Formar

Instituição dedica o nome da Banda ao maestro que levou educação musical a centenas de jovens

Família Pitolli foi recebida pelo professor Eliezer Silva e pelo coordenador da Expressão Cultural, Mauricio Ribeiro (Foto: Divulgação)

O maestro João Romeu Pitolli trabalhou com educação musical por muito anos no Instituto Formar (Foto: Acervo da família)

O legado do maestro João Romeu Pitolli permanece vivo no Instituto Formar. Com talento, dedicação e uma trajetória marcada pelo compromisso com a educação musical, Pitolli passou décadas ensinando música a jovens da instituição e contribuindo para transformar vidas por meio da arte.

No dia 8 de setembro, as filhas do maestro, Alexandra, Ana Cecilia, Patricia e Sulamita, visitaram o Instituto Formar recebidas pelo coordenador cultural, Mauricio Ribeiro e conheceram de perto o trabalho desenvolvido atualmente pela instituição, que mantém viva a memória do educador ao dedicar seu nome à Banda João Romeu Pitolli.

Para a família, o encontro foi uma oportunidade de revisitar histórias e memórias e, ao mesmo tempo, conhecer os frutos do trabalho realizado pelo maestro ao longo de sua trajetória.

“Há momentos na vida em que o passado, de repente, parece voltar a caminhar ao nosso lado. Visitar o Instituto Formar, ao lado das minhas irmãs, foi um desses momentos. Entrar naquele espaço e saber que hoje a Banda leva o nome do nosso pai, Maestro João Romeu Pitolli, foi uma emoção difícil de traduzir em palavras. Não foi apenas uma visita. Foi como abrir uma porta para tantas lembranças, histórias e momentos que fizeram parte da nossa vida em família”, declarou Patrícia Helena Siqueira Pitolli.

Música como instrumento de transformação

Ao relembrar a trajetória do pai, Sulamita Pitolli Bicudo destacou a importância que ele sempre atribuiu à educação musical como ferramenta de transformação e inclusão.

“Tínhamos muitas lembranças de nosso pai se dedicando plenamente ao desenvolvimento de crianças que poderiam mudar sua história com a inserção da música e com projetos de inclusão no mercado de trabalho. Realmente, foi uma grata surpresa ver que todo esse esforço valeu a pena e que meu pai fez parte da equipe que apostou, se dedicou e conquistou resultados positivos na vida de tantas pessoas”, afirmou.

Ao longo dos anos, muitos dos jovens que passaram pelas aulas de Pitolli seguiram carreira e se tornaram músicos profissionais. Outros levaram para a vida os aprendizados proporcionados pela música, como disciplina, sensibilidade, trabalho em equipe, responsabilidade e capacidade de expressão. O professor Eliezer Silva é um deles, e guarda boas recordações do seu tempo de adolescência. O encontro com as filhas do maestro resgatou memórias curiosas, como o lanche preferido de Pitolli, que Eliezer fazia questão de buscar; assim como o ato de despedida de João Romeu, quando o aluno foi convidado para executar o “Toque de Silêncio” ao trompete.

Mais do que ensinar a tocar um instrumento, o maestro ajudou a abrir caminhos e oportunidades para centenas de jovens. Seu trabalho deixou uma marca que permanece presente na formação oferecida pelo Instituto Formar e, hoje, também é simbolizada pela Banda que leva seu nome. Além das quatro filhas, o legado de João Romeu Pitolli continua também com o caçula, Frederico, que infelizmente não pôde estar presente na visita. “Jofrei”, como é carinhosamente conhecido, recebeu seu nome me homenagem ao Comandante Frederico Ciappina, fundador da então Guarda Mirim em 1966. O filho mais novo do maestro foi o único a seguir na música, atuando inclusive como um conceituado profissional luthier, cujo trabalho é referência em todo o país.

A homenagem mantém viva não apenas a memória de João Romeu Pitolli, mas também o propósito que guiou sua trajetória: usar a música como instrumento de educação, inclusão e transformação social.

Assessoria de Imprensa

Luciana Corrêa (MTB 31881) │19. 8207.4144 │assessoria@ozoniopropaganda.com.br

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